Trazer grandes atrações internacionais para o Brasil sempre foi caro e arriscado.
Encaramos dois desses projetos: a primeira vinda de Paul McCartney ao Brasil, em 1990, e, dezesseis anos depois, a volta do U2, na segunda passagem da banda pelo país.
Em 1990, o Brasil recebeu um Beatle pela primeira vez, e garantimos toda a estrutura comercial que tornou isso possível. Em 2006, com o U2, o desafio era outro, com novas tecnologias e uma produção global de alto nível.
Ficamos responsáveis pela comercialização de patrocínios nas duas turnês e, no caso do U2, também pela negociação dos direitos de transmissão na televisão.
As parcerias que estruturamos deram sustentação financeira às turnês.













